Três formas de inspecionar. Uma só operação.
Nem todo risco pede um perito no local. Combine autoinspeção, remota e presencial conforme o que cada caso exige, com o mesmo roteiro, a mesma fila e o mesmo laudo.
Para quem define, executa e recebe inspeções.
SeguradorasCorretorasReguladorasEmpresas de inspeçãoAs modalidades
Escolha pelo risco, não pela ferramenta.
Mandar perito para tudo encarece a operação e atrasa a decisão. Usar só foto enviada pelo segurado fragiliza a prova. O modelo híbrido coloca cada inspeção no nível de critério que ela pede.
A pessoa no local segue o roteiro por link.
Para volume e risco de menor complexidade. Reduz deslocamentos desnecessários sem abrir mão da conferência.
- Link por e-mail ou SMS, na marca da sua empresa
- Passo a passo com validação de local e de qualidade
- Disparo em lote pela API
O especialista conduz a inspeção por vídeo.
Para validar com critério técnico sem deslocar equipe. O perito guia a câmera e fecha o laudo na própria sala.
- Sala no navegador, sem instalar aplicativo
- Marcação sobre a imagem e captura na hora
- Chamada gravada e anexada à inspeção
O perito leva o roteiro para o campo.
Para o risco que exige estar no local. O aplicativo funciona sem sinal e devolve tudo para a inspeção ao reconectar.
- Coleta offline com sincronização posterior
- Croqui desenhado sobre o mapa
- Despesas e rota presas à inspeção
O modelo híbrido
Do mais leve ao mais completo.
Comece pela modalidade mais leve que o risco permite e suba quando o caso pedir. A inspeção muda de nível sem perder o histórico.
Autoinspeção
Quem está no local registra o que o roteiro pede, guiado passo a passo.
- Quando usar
- Volume alto, renovação e risco de menor complexidade.
- Quem conduz
- O roteiro, com conferência da operação.
- O que muda
- Menos deslocamento e resposta mais rápida para quem pediu.
Remota assistida
O especialista acompanha ao vivo e diz o que precisa ver.
- Quando usar
- Sinistro, aceitação que pede critério técnico, locais distantes.
- Quem conduz
- O perito, a distância.
- O que muda
- Critério técnico sem o custo e o tempo da viagem.
Presencial
O perito vai ao local com o roteiro no aplicativo, mesmo sem sinal.
- Quando usar
- Medição, risco complexo, grandes riscos e engenharia.
- Quem conduz
- O perito, no local.
- O que muda
- A prova volta padronizada e presa à inspeção, sem planilha.
Um só sistema
As três modalidades na mesma fila.
Autoinspeção, remota e presencial aparecem no mesmo painel, com status, responsável e prazo. A equipe acompanha a operação inteira sem trocar de ferramenta, e o laudo chega ao seu sistema pela API.
Antes da conversa
Dúvidas sobre as modalidades.
Como escolher a modalidade de cada inspeção?
Pelo que o risco exige. Volume e baixa complexidade costumam ir bem por autoinspeção. Quando é preciso critério técnico mas não presença, a remota assistida resolve. Medição, ensaio e risco complexo pedem presencial. A regra fica configurada por tipo de inspeção.
Uma inspeção pode mudar de modalidade no meio do caminho?
Sim. Se a autoinspeção chega com pendência ou o caso pede mais critério, a operação abre uma remota ou envia um perito, e o histórico continua na mesma inspeção.
O laudo muda conforme a modalidade?
Não precisa. O roteiro e o modelo de laudo são os da sua operação, e as três modalidades preenchem o mesmo documento.
A autoinspeção substitui o perito?
Não. Ela reduz deslocamentos onde o risco permite, e a conferência continua com o profissional. Medição técnica e parecer especializado seguem com remota assistida ou presencial.
Conheça a uInspect
Qual combinação faz sentido para a sua operação?
Conte quais riscos vocês inspecionam hoje e como. Mostramos onde a autoinspeção e a remota cabem e onde o perito no local continua indispensável.