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O relógio de 25 dias: como a inspeção de aceitação trava a comissão da corretora
A corretora não paga a inspeção da proposta que não fecha: a lei a livrou dessa conta em 2022. Mas ela paga em outra moeda, horas do próprio time, e trabalha dentro de um relógio de 25 dias que pertence à seguradora.
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Como reduzir o tempo da aceitação de riscos utilizando evidências digitais: 7 mudanças na operação
O tempo da aceitação não se perde na inspeção. Se perde na fila antes dela, no que foi agendado sem precisar de campo e no PDF que alguém ainda vai ler para achar um dado. Sete mudanças na operação para caber nos 25 dias da nova lei, sem contratar mais perito.
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Quanto custa uma inspeção presencial desnecessária na aceitação de riscos?
Fomos atrás do custo de uma inspeção presencial de aceitação de risco no Brasil e não achamos benchmark público. Então este artigo não diz quanto custa. Ele propõe A Conta da Visita: sete linhas para você rodar com os seus números, e só duas têm nota fiscal.
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O que é Underwriting Digital e por que ele vai transformar o mercado de seguros
Underwriting Digital é a aceitação de risco operada por evidência digital em vez de deslocamento. O termo não aparece em documento nenhum da Susep ou da CNseg, mas a coisa que ele nomeia já decide o custo, o prazo e a qualidade da carteira de quem subscreve risco no Brasil.
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O que diferencia uma operação moderna de inspeção de uma tradicional? Sete dimensões de decisão
A diferença entre as duas nunca foi o aplicativo nem a foto. A tradicional se organiza em torno da visita; a moderna, em torno da decisão. Sete dimensões separam uma da outra, e todas terminam na mesa de quem aceita ou recusa o risco.
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A IA acelerou a análise, não a decisão: por que a digitalização do seguro parou antes da aceitação de risco
A IA já entrou em 80% das seguradoras ouvidas pela CNseg e pela EY. E elas esperam que ela mova a receita em só até 1%. Nossa hipótese: a IA foi ligada onde o dado já era digital, e a evidência que decide a aceitação continua nascendo no campo.
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Renovação de seguro empresarial: o dever de informar é contínuo, o histórico do risco não é
A Lei 15.040 tornou contínuo o dever de informar o risco: o segurado precisa avisar quando algo se agrava. Mas agravar é uma comparação, e nenhuma norma exige guardar a linha de base contra a qual comparar. A renovação é o dia em que essa falta aparece.
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O futuro da Engenharia de Risco na subscrição: IA, inspeção digital e evidências auditáveis
Nenhuma norma brasileira exige Engenharia de Risco na aceitação de um seguro. A que rege os seguros de danos não escreve, nem uma vez, as palavras inspeção, vistoria ou laudo. Quem exige a prova é o contrato, e ele cobra do jeito mais duro: no sinistro, se o local não bate com o relatório de inspeção, o segurado pode perder a indenização.
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Autoinspeção, inspeção remota ou presencial: quando utilizar cada modelo?
As três modalidades não competem: convivem como camadas de uma mesma escada. O Modelo Híbrido de Aceitação é o critério que propomos para decidir, risco a risco, quando cada uma basta. É framework nosso, e existe porque nenhuma norma vigente faz essa escolha por você.
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