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Vistoria para gerenciamento de riscos: o que é a engenharia de risco que decide o seguro
Vistoria para gerenciamento de riscos é o nome comum da engenharia de risco: a inspeção técnica que descreve a condição real de um risco para a seguradora decidir se aceita, por quanto e o que exige melhorar. Ela não é um retrato único da assinatura. Acompanha o risco na aceitação e durante toda a vigência, e o relatório que produz vira a régua contra a qual o sinistro é medido anos depois.
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Aceitação de risco em 25 dias: por que a Lei 15.040 tornou a inspeção lenta um risco assumido
A seguradora tem 25 dias para recusar uma proposta. Ao final do prazo, sem resposta, a lei considera a proposta aceita. Isso voltou a valer em dezembro de 2025, depois de quatro anos em que o Brasil não teve prazo legal nenhum para analisar uma proposta.
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Vistoria de sinistro: a prova de campo que decide a regulação
A vistoria de sinistro, ou inspeção de sinistro, é a etapa da regulação em que alguém vai ao local da perda, registra o estado do bem no dia e apura causa e nexo. É ela que sustenta a decisão de pagar, quanto e a quem. E, na regulação de sinistro sob a nova lei do seguro, virou um documento que a seguradora precisa entregar ao outro lado.
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O relógio de 25 dias: como a inspeção de aceitação trava a comissão da corretora
A corretora não paga a inspeção da proposta que não fecha: a lei a livrou dessa conta em 2022. Mas ela paga em outra moeda, horas do próprio time, e trabalha dentro de um relógio de 25 dias que pertence à seguradora.
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Como reduzir o tempo da aceitação de riscos utilizando evidências digitais: 7 mudanças na operação
O tempo da aceitação não se perde na inspeção. Se perde na fila antes dela, no que foi agendado sem precisar de campo e no PDF que alguém ainda vai ler para achar um dado. Sete mudanças na operação para caber nos 25 dias da nova lei, sem contratar mais perito.
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Quanto custa uma inspeção presencial desnecessária na aceitação de riscos?
Fomos atrás do custo de uma inspeção presencial de aceitação de risco no Brasil e não achamos benchmark público. Então este artigo não diz quanto custa. Ele propõe A Conta da Visita: sete linhas para você rodar com os seus números, e só duas têm nota fiscal.
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O que é Underwriting Digital e por que ele vai transformar o mercado de seguros
Underwriting Digital é a aceitação de risco operada por evidência digital em vez de deslocamento. O termo não aparece em documento nenhum da Susep ou da CNseg, mas a coisa que ele nomeia já decide o custo, o prazo e a qualidade da carteira de quem subscreve risco no Brasil.
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O que diferencia uma operação moderna de inspeção de uma tradicional? Sete dimensões de decisão
A diferença entre as duas nunca foi o aplicativo nem a foto. A tradicional se organiza em torno da visita; a moderna, em torno da decisão. Sete dimensões separam uma da outra, e todas terminam na mesa de quem aceita ou recusa o risco.
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A nova lei do seguro mudou quem precisa provar. E o seu laudo não acompanhou.
O Art. 74 da Lei 15.040/2024, em vigor desde 11 de dezembro de 2025, diz que cabe à seguradora provar que a lesão não existiu. O laudo saiu do arquivo e virou peça de defesa. Poucos laudos foram escritos para isso.
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A IA acelerou a análise, não a decisão: por que a digitalização do seguro parou antes da aceitação de risco
A IA já entrou em 80% das seguradoras ouvidas pela CNseg e pela EY. E elas esperam que ela mova a receita em só até 1%. Nossa hipótese: a IA foi ligada onde o dado já era digital, e a evidência que decide a aceitação continua nascendo no campo.
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Renovação de seguro empresarial: o dever de informar é contínuo, o histórico do risco não é
A Lei 15.040 tornou contínuo o dever de informar o risco: o segurado precisa avisar quando algo se agrava. Mas agravar é uma comparação, e nenhuma norma exige guardar a linha de base contra a qual comparar. A renovação é o dia em que essa falta aparece.
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O futuro da Engenharia de Risco na subscrição: IA, inspeção digital e evidências auditáveis
Nenhuma norma brasileira exige Engenharia de Risco na aceitação de um seguro. A que rege os seguros de danos não escreve, nem uma vez, as palavras inspeção, vistoria ou laudo. Quem exige a prova é o contrato, e ele cobra do jeito mais duro: no sinistro, se o local não bate com o relatório de inspeção, o segurado pode perder a indenização.
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Autoinspeção, inspeção remota ou presencial: quando utilizar cada modelo?
As três modalidades não competem: convivem como camadas de uma mesma escada. O Modelo Híbrido de Aceitação é o critério que propomos para decidir, risco a risco, quando cada uma basta. É framework nosso, e existe porque nenhuma norma vigente faz essa escolha por você.
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Crédito e seguro estão trocando a visita de campo pela Inspeção Remota
Operações de crédito e seguro vivem de inspeção de campo, e o campo é caro, lento e difícil de auditar. O movimento da categoria é claro: a visita ao endereço está dando lugar à Inspeção Remota guiada por vídeo. Na avaliação 100% remota, um engenheiro conduz de 12 a 20 inspeções por dia, com a prova nascendo na própria chamada e o controle do dossiê na mão de quem decide.
LerMercado brasileiro de vistorias em 2026: tamanho, players, gargalos
Quanto dinheiro está em jogo em vistorias no Brasil em 2026, quem já compete por ele, e o que ainda ninguém resolveu.
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Sinistro de grande risco: o laudo que aguenta o contraditório
Quando uma perda milionária vai a juízo, a indenização é liberada ou negada pelo laudo que o regulador levou de campo. Esse caso ilustrativo mostra como a inspeção decide o que vale, como a operação fica mais ágil e barata, e como o controle do dossiê fica com a seguradora.
LerVistoria remota no Brasil em 2026: o que a Susep ainda não normatizou
Vistoria remota explodiu depois de 2020. A norma da Susep ainda não saiu. O que está em consulta pública agora, e onde sua operação pisa em terreno cinza.
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